As mudanças de hábito na compra de imóveis pós-pandemia reconfiguraram o setor, e o especialista Alex Nabuco dos Santos observa que o conceito de moradia deixou de ser apenas um dormitório para se tornar um ecossistema multifuncional. A prioridade do comprador atual recai sobre a versatilidade dos espaços, onde o conforto térmico, a iluminação natural e o isolamento acústico deixaram de ser itens de luxo para se tornarem requisitos essenciais. Siga a leitura e veja que essa nova mentalidade reflete uma busca por qualidade de vida que prioriza o tempo em família e o bem-estar mental, alterando o valor agregado de empreendimentos que antes eram focados apenas na localização central.
As principais mudanças de hábito na compra de imóveis pós-pandemia
Conforme o Alex Nabuco dos Santos, a aceleração do modelo de trabalho remoto e híbrido foi o grande motor das transformações no perfil de consumo. Antes da crise sanitária, a proximidade com os grandes centros corporativos era o fator decisivo para o fechamento de um negócio. Contudo, as mudanças de hábito na compra de imóveis pós-pandemia deslocaram esse interesse para regiões periféricas ou cidades satélites, onde é possível adquirir metragens maiores pelo mesmo valor de investimento. O consumidor percebeu que, com menos idas ao escritório, o espaço interno da residência ganha um peso maior na balança de decisão.
O impacto do home office e das áreas de lazer nas escolhas do setor
Como aponta Alex Nabuco dos Santos, não foi apenas o interior das unidades que sofreu alterações significativas; as áreas comuns dos edifícios também foram ressignificadas. As mudanças de hábito na compra de imóveis pós-pandemia trouxeram uma valorização sem precedentes. Academias equipadas, espaços de coworking no próprio prédio e áreas de delivery com refrigeração tornaram-se itens obrigatórios para que um empreendimento mantenha sua liquidez no mercado atual.

Valorização de áreas externas e a nova dinâmica de localização
O fenômeno do êxodo urbano parcial, impulsionado pelas mudanças de hábito na compra de imóveis pós-pandemia, criou novos polos de desenvolvimento imobiliário. Regiões que oferecem infraestrutura completa de serviços, mas com menor densidade demográfica, passaram a ser o alvo de famílias que buscam segurança e contato com o verde. Essa descentralização permitiu que cidades do interior e do litoral vissem seus preços por metro quadrado subirem, nivelando-se, em alguns casos, aos bairros nobres das capitais.
Como comenta Alex Nabuco dos Santos, a infraestrutura de transporte e conectividade nessas regiões tornou-se o novo “CEP de ouro”. O empresário ressalta que o investimento em rodovias e em redes de internet de alta velocidade é o que garante a viabilidade dessa migração. Para o mercado imobiliário, essa mudança representa uma oportunidade de diversificação de portfólio, permitindo que grandes construtoras explorem nichos de lazer e moradia híbrida que eram pouco explorados antes da década atual.
A tecnologia como facilitadora das mudanças de hábito na compra de imóveis
A jornada de compra também foi profundamente impactada pela digitalização. O processo que antes envolvia dezenas de visitas presenciais agora começa com tours virtuais em 3D e visualização por drones. As mudanças de hábito na compra de imóveis pós-pandemia incluíram a aceitação de transações quase que inteiramente digitais, desde a escolha do lote até a assinatura eletrônica da escritura. O consumidor tornou-se mais ágil e exigente quanto à transparência das informações disponibilizadas nas plataformas online.
Como pontua Alex Nabuco dos Santos, a tecnologia não apenas facilita a venda, mas também a gestão inteligente da moradia através da domótica. Casas conectadas, com controle de iluminação e segurança via smartphone, atendem à demanda por eficiência e praticidade gerada pelos novos estilos de vida. As mudanças de hábito na compra de imóveis pós-pandemia consolidaram um mercado mais humano, tecnológico e atento às reais necessidades de habitação, transformando o “morar” em um ato de cuidado com o futuro e com a própria saúde.
Autor: Sergey Morozov

